Em mensagem divulgada no Facebook, o atleta diz que foi "obrigado a desistir" em função da mudança de regras anunciada horas antes.
A proibição do uso de tratamento de reposição de testosterona (conhecido pela sigla TRT) nas lutas regulamentadas pela Comissão Atlética de Nevada, na quinta-feira, levou o UFC a seguir essa medida e banir o procedimento em todas as suas lutas.
Nesta sexta, a Comissão Atlética Brasileira de MMA (CABMMA) também adotou a proibição. "Nunca desisti de lutar no UFC 173 e nunca falei isso", escreveu Belfort, que afirma ainda que desistiu "do TRT, e não da luta".
"O UFC decidiu colocar outro oponente em meu lugar pelo fato de eu não ter tempo hábil de me adequar às novas regras. Segundo o UFC, enfrentarei o vencedor de Weidman x Lyoto dentro dos novos regulamentos." O UFC não confirmou essa informação publicamente.
Leia mais: UFC: 'Desisti do TRT, mas não da luta', afirma Vitor Belfort - Esporte - Notícia - VEJA.com
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